(de)constructing ideas
sábado, 15 de janeiro de 2011
O altruísmo e o pensamento a longo prazo ainda têm espaço no mundo contemporâneo?
A pergunta "O altruísmo e o pensamento a longo prazo ainda têm espaço no mundo contemporâneo?" foi retirada sim, do tema da redação da FUVEST 2011.
Resolvi escrever um texto sobre isto no blog pois acho que é algo que eu poderia escrever muito mais e não só as 20, 30 linhas solicitadas pela banca do vestibular.
Como iniciar um texto que fala de uma coisa que envolve a todos de uma forma tão peculiar? Como expressar todo sentimento de dor e perda que há por vir, quando falamos de algo que realmente não acontece?
O que eu realmente sinto em relação ao altruísmo - aquele sentimento de coletividade, de unidade que deveria permear toda a humanidade - é que é algo que está para ser extinto, como uma raça que está com os dias contados.
Percebo que, com o passar dos anos, as pessoas, as nações tem voltado seus olhos para si próprios e se esquecido que vivemos num mundo que é de todos e que todos são responsáveis pelo que é feito com o planeta.
As nações despejam químicas nos rios, desmatam florestas inteiras, perfuram a Terra sem controle, tudo pela ganância. Com isto, vemos o aquecimento global e alguns dizem que 'é natural'. Como pode ser natural? Como as pessoas podem esperar que todo este mal passe impune?
Depois vemos desastres como os que vêm assolando o Rio de Janeiro e ficamos com pena das pessoas. Eu não fico com pena das pessoas. As pessoas não têm pena da natureza. As pessoas não respeitam a natureza. As pessoas não têm educação e maturidade o suficiente para saber que não se pode deixar um sofá jogado no meio da rua, que não se pode jogar uma bituca de cigarro no bueiro.
Depois jogam a culpa de inundações da natureza e no governo. O governo sim, tem sua parcela de culpa, mas não podem resolver tudo. Eles tem sua culpa e o cidadão a maior parcela dela. Do que adianta ter a ação do 'cata-bagulho', se o filho da p#*a que joga o sofá na rua não liga pra po*&a do serviço.
Bah! Até este texto perde todo o sentido inicial e soa mais como um desabafo do que outra coisa... E o altruísmo, onde fica? Está morrendo...
Fico por aqui... --'
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Pensamento de Carlos Eduardo
Não que seja complicado falar de mim, mas não é fácil fazer uma auto-avaliação ou falar de um modo que todos entendam teus pensamentos. Antigamente, mas não em um tempo tão antigo, acreditei em muitas coisas e deixei de acreditar em outras. Olhando para o hoje e para o amanhã, posso afirmar que deixei de acreditar em religião e democracia. Hoje, depois de muito ler sobre ciência, estudar e querer adquirir mais conhecimento sobre a origem da vida, afirmo que não creio que a vida em nosso planeta tenha surgido de um modo “divino”; acredito que nossa existência venha da evolução dos seres e que ainda estamos em processo evolutivo.
Ainda não sou cientista formado ou tenho total conhecimento sobre RELIGIÃO e CIÊNCIA, mas é isso que penso e nisso que acredito. Há várias provas científicas que comprovam a evolução do Planeta Terra. Porém, não sou contra as pessoas buscarem um Deus ou buscar na religião suas motivações, soluções para seus problemas e paz. De certo modo, isso é bom, pois quase todas as doutrinas religiosas pregam o amor. Bom seria se todas as pessoas usassem o que aprendem nas igrejas, pois, com certeza, o mundo hoje seria menos violento e menos corrupto.
Enquanto a democracia, isso é “balela". Um país que permite que seus candidatos sejam pessoas que não tem capacidade moral e intelectual para exercer as funções que se propõem. Funções estas, que deveriam ser mais respeitadas, no mínimo. Um país, em que a educação pública vai de mal a pior, que a saúde pública é de péssima qualidade, segurança quase nula; um país que permite isso para com seus cidadãos, não pode ser considerado DEMOCRATA. Não que os profissionais das áreas citadas sejam menos profissionais, pelo contrário, muitos trabalham com empenho para tentar resolver os muitos problemas que colidem com seus dias de trabalho.
Só não acho justo uma pessoa ficar horas nas filas de hospitais e escolas e quando, a vez tão esperada chega, essa pessoa escuta “NÃO HÁ MAIS VAGAS”. Por outro lado, se a situação assim se encontra, é porque usamos nossos votos como mercadorias. Votamos nas pessoas citadas no começo do texto, sem capacidade moral e intelectual; votamos naquele que diz “pior que tá não fica" e ainda votamos naquele outro que tem como nome ”mulher maçã" ou "malandro".
Acredito que para surgir uma melhoria nos nossos muitos Estados, deveríamos ir às ruas, protestar, lutar por nossos direitos, cobrar aquilo que está escrito na constituição: OBJETVOS FUNDAMENTAIS DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Art. 3 - ERRADICAR A POBREZA E A MARGINALIZAÇÃO E REDUZIR AS DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS.
Somos nós que decidimos o futuro. O que vivemos hoje é conseqüência de nossas decisões passadas. É assim que penso, por isso, hoje, sou contra ideais religiosos, que admito que tenham algo de bom, e sou contra o que chamam de DEMOCRACIA!
sábado, 21 de agosto de 2010
Isaac Asimov e sua religião.
Para quem tem a mente aberta e conhece um pouco de Isaac Asimov, compreenderá o que ele quis dizer com sua concepção e com o fato de ele ter assumido nesta sua frase logo abaixo sua posição religiosa.
Para os que não tem a mente aberta, provavelmente acharão que é mais uma provocação as inúmeras formas de manifestação de religião e/ou crenças e/ou deuses.
Eu sou ateu, sou sim. Levei um longo tempo para dizer isso. Eu tenho sido um ateu por anos e anos, mas de algum modo eu senti que era intelectualmente inaceitável dizer que alguém é um ateu, porque isso assumia um conhecimento que ninguém tem. De algum modo era melhor dizer que alguém era um humanista ou agnóstico. Eu não tenho a evidência para provar que Deus não existe, mas eu suspeito tanto que ele não existe que eu não quero perder o meu tempo. (Isaac Asimov)
Revolução!
Sou contra a religião, que impede as pessoas de ter um raciocínio lógico.
Sou contra o capitalismo, que faz uma pessoa achar um livro de R$30,00 caro, mas que faz essa mesma pessoa comprar um tênis de R$300,00 - isso tudo com um salário de R$540,00 por mês.
Sou contra a eleição, que coloca no poder, indivíduos que não têm capacidade mental e moral para funções que deveriam ser, no mínimo, mais respeitadas.
Sou a favor da revolução!
domingo, 27 de junho de 2010
Meu grito!!!
Ser abstrato, resoluto eu sou. Amando de forma inexorável, controlado pelo sistema capitalista da sociedade hipócrita.
Não sei que sou, nem o que faço. Ando por aí sem saber o que falar, minha mente imagina mil revoluções, mas única que realizo é de comprar o pacote diário de tristeza por razão da mediocridade de nossa sociedade.
Minha razão vive conforme penso no cotidiano das pessoas, por hora enlouquecida, por outra confusa.